sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Eleições antidemocráticas e fraudulentas descambam para o gangsterismo dos partidos golpistas

As eleições municipais totalmente antidemocráticas e fraudulentas, controladas pelo Tribunal Superior Eleitoral, presidido pelo fascista ministro Gilmar Mendes, descambam para o gangsterismo dos partidos golpistas, sendo que aconteceram só nas últimas horas 12 atentados em Estados da federação brasileira.

Os partidos golpistas, principalmente o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o Democratas (DEM) e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), partidos que vêm desde a época da ditadura, sabem que as eleições são antidemocráticas, fraudulentas e controladas pelo Poder Judiciário golpista, onde seus membros não são eleitos, não se submeteram ao sufrágio universal, ao voto popular, sendo ocupados por usurpadores e fascistas como o ministro Gilmar Mendes, um coronel da cidade de Diamantino, no Mato Grosso. Em razão disso, os partidos golpistas partem para resolverem suas diferenças na bala. Daí o crescimento dos atentados, com tiroteio de fuzis, metralhadoras, explosões de bombas, com mortes e ferimentos de candidatos, políticos (prefeitos, vice-governadores, vereadores) cabos eleitorais e seguranças dos candidatos (jagunços).

Ocorreram atentados nos principais Estados, como a Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio do Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.

Estas eleições são uma farsa totalmente controlada pela Justiça golpista, por meio da reacionária “Lei da Ficha Limpa”, sob pretexto de combater a corrupção, permite ao Poder Judiciário golpista dizer quem será ou não candidato, estando voltada principalmente contra os partidos operários e populares, para beneficiar os partidos golpistas, principalmente o DEM, o PSDB e o PMDB.

Fatos como a “eleição” do Senador Aloísio Nunes Ferreira deverão se repetir. Aloísio às vésperas das eleições para o Senado não aparecia com as mínimas possibilidades de ser eleito, sendo que no dia seguinte estava eleito. Uma eleição que colocou sob suspeita o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado de São Paulo, controlado pela reacionária burguesia paulista da FIESP (Federação da Indústrias do Estado de São Paulo) e do PSDB tucano, o partido pró imperialismo norte-americano.

As urnas brasileiras, apelidadas de roubotrônicas, são utilizadas por apenas 6 (seis) países no mundo todo, porque não permitem a recontagem, por meio do voto físico.

Agora o setor golpista mais reacionário, mais alinhado ao imperialismo norte-americano, liderado pelo PSDB e DEM, está preparando um golpe dentro do golpe, já iniciado por ações do Ministério Público Federal golpista, visando substituir Temer pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, tendo como ministro da Fazenda o brasileiro, naturalizado norte-americano, Armínio Fraga, ligado ao mega-especulador grego, George Soros, o mesmo que impulsionou o golpe nazista na Ucrânia, com o apoio do Enclave sionista e terrorista de Israel.

Além disso, é preciso ter claro que, caso os golpistas se consolidem no poder, daqui para frente a tendência é a supressão das eleições, a começar a de 2018, logicamente dependendo da reação do movimento operário e popular, da luta de classes. 

A vanguarda operária revolucionária precisa reagrupar-se imediatamente, buscando construir um partido operário marxista revolucionário, para organizar o proletariado brasileiro de forma independente.

Assim, é fundamental que os revolucionários marxistas defendam que a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, que congregam a maioria da organizações operárias e populares, rompam com sua política de colaboração de classes, de tentativa de chegar a um acordo com os golpistas, e mobilizem os operários e o conjunto dos trabalhadores, camponeses, estudantes e jovens para que saiam às ruas, rumo a uma greve geral, com comandos eleitos nas fábricas, nas empresas, nos bancos, nas repartições públicas, no campo, nos latifúndios, nas escolas e universidades, contra o golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano, visando a derrubada revolucionária do governo Temer/Cunha, na perspectiva de instauração de um governo operário e camponês, para a realização das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da reforma e revolução agrária, com a expropriação do meios de produção, fábricas, empresas, bancos,  e da terra, empresas agrícolas, latifúndios, com monopólio do comércio exterior e economia planificada, rumo ao socialismo!

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista e revolucionário


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TJSP tucano e golpista absolve 74 PMs e nega indenização às famílias dos 111 presos massacrados no Carandiru

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tucano e golpista absolveu 74 Policiais Militares que massacraram os 111 presos no Carandiru e negou indenização às famílias.

O TJSP entendeu que não houve massacre, mas legítima defesa. Além disso, reformou (modificou) a decisão de primeira instância que havia condenado o Estado ao pagamento da irrisória quantia de R$ 20.000,00 a cada família, negando a indenização sob fundamento que ocorreu prescrição (no popular, que o direito havia “caducado”).

O Brasil tem a terceira população carcerária do Planeta, com aproximadamente 700 mil presos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Rússia. Os presos são operários, trabalhadores e seus filhos expulsos do mercado de trabalho do capitalismo moribundo em crise, colocados em condições medievais e desumanas, em verdadeiras masmorras. O Estado brasileiro não pode mantê-los nessas condições e precisa ser obrigado a libertá-los a todos. 

No Estado de São Paulo, o governo do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tucano, do governador Geraldo Alckmin fecha escola (como declarou o desembargador José Renato Nalini, Secretário de Educação do Estado, "Educação não é prioridade.")  e só constrói prisões em todo lugar, apoiado na Polícia Militar armada até os dentes e treinada pelo Enclave terrorista e sionista de Israel. É a política do Estado mínimo, apenas visando beneficiar a burguesia paulista e a FIESP (Federação da Indústrias do Estado de São Paulo) e explorar e escravizar a população, sustentada na repressão policial. 

O Estado burguês brasileiro é um Estado bandido e precisa ser destruído.

Esse Tribunal de Justiça de São Paulo é o mesmo que a alta cúpula havia assaltado os cofres públicos, com desembargadores pegando vultosas quantias, em torno de R$ 600.000,00 a R$ 1.400.000,00, sob pretexto de pagamento de horas extras e férias não gozadas, passando por cima da ordem cronológica dos precatórios, em benefício próprio que ficou conhecida como a política da “farinha pouca meu pirão primeiro”, denunciada por outros desembargadores que apuraram o caso.

O Poder Judiciário, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, ao controle do povo, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”. O Supremo Tribunal Federal, condenou companheiros sem prova, com base na nazi-fascista “Teoria” do Domínio do Fato” e acabou com o princípio da presunção de inocência. O STF é o mesmo que historicamente entregou Olga Benário aos nazistas. 

Essas “instituições” agem politicamente, utilizando-se de  ações midiáticas, em total desrespeito aos mínimos direitos civis e democráticos, à presunção de inocência, desrespeitando as liberdades democráticas (ou como gostam os juristas burgueses, as “liberdades públicas”),  criminalizando os movimentos sociais, prendendo os lutadores dos movimentos sociais, sem o devido processo legal, com as pessoas sendo torturadas a pretexto de “prisões cautelares” (“prisões preventivas e temporárias), obtendo-se “confissões e delações premiadas”, sendo que Curitiba tornou-se a Nova Guantánamo. Aplica-se a aplica-se a “lei antiterrorismo”, em conluio com governos de traços nazi-fascistas nos estados, como o do Estado de São Paulo, com sua Polícia Militar, treinada e armada até os dentes pelo Enclave sionista e terrorista de Israel. No Estado de São Paulo e no Estado do Rio de Janeiro são mortas 500 pessoas por ano em cada um. Uma média de quase 2 pessoas por dia. É um verdadeiro genocídio da população pobre e negra das periferias das cidades.

Essas ações dos golpistas têm como objetivo prender o ex-presidente Lula e atacar os partidos operários e de esquerda, assim como as organizações sindicais e populares, visando retirar os direitos dos trabalhadores, acabar com a aposentadoria, passar para os bancos privados os recursos da Previdência Social e do Fundo de Garantia, escravizar o povo com a jornada de 12 horas diárias e 80 horas semanais e com o fim da CLT, etc. Um ataque sem precedentes na história, que se sair vitorioso, fará com que os trabalhadores brasileiros tenham que suportar uma exploração semelhante à do século XVIII, um retrocesso de 300 anos, uma recolonização do Brasil.

Os golpistas seguem apostando na repressão pura e simples, mas ela não dá para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, não surtiram efeito. 

Todavia, os golpistas precisam aprender que nenhum aparato repressivo pode conter a fúria das massas.

Os golpistas submetem-se ao imperialismo norte-americano, aos falcões da Casa Branca, a Washington, ao Departamento de Estado, à CIA, ao FBI e à embaixada norte-americana em Brasília. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. O imperialismo norte-americano é um monstro terrorista.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos bancários, que se encontram em greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, organizar comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, e  preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha e do judiciário, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, realizando uma revolução proletária, instaurando-se um governo operário e camponês, rumo ao Socialismo!

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800 intelectuais assinam manifesto contra rumo fascista do Judiciário

Intelectuais assinam manifesto contra o rumo fascista adotado pelo Poder Judiciário brasileiro:

“Acadêmicos, ex-ministros, escritores e intelectuais se unem contra o “autoritarismo no uso seletivo e partidarizado por setores do Judiciário, do Ministério Público, da Policial Federal, estimulados pela grande mídia oligopolizada.” (Portal Brasil 247). 

O Poder Judiciário, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, ao controle do povo, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”. O Supremo Tribunal Federal, condenou companheiros sem prova, com base na nazi-fascista “Teoria” do Domínio do Fato” e acabou com o princípio da presunção de inocência. O STF é o mesmo que historicamente entregou Olga Benário aos nazistas. Essas “instituições” agem politicamente, utilizando-se de  ações midiáticas, em total desrespeito aos mínimos direitos civis e democráticos, à presunção de inocência, desrespeitando as liberdades democráticas (ou como gostam os juristas burgueses, as “liberdades públicas”),  criminalizando os movimentos sociais, prendendo os lutadores dos movimentos sociais, sem o devido processo legal, com as pessoas sendo torturadas a pretexto de “prisões cautelares” (“prisões preventivas e temporárias), obtendo-se “confissões e delações premiadas”, que nem na época do nazismo, quando filhos eram forçados a entregar os pais, sendo que Curitiba tornou-se a Nova Guantánamo. Aplica-se a aplica-se a “lei antiterrorismo”, em conluio com governos de traços nazi-fascistas nos estados, como o do Estado de São Paulo, com sua Polícia Militar, treinada e armada até os dentes pelo Enclave sionista e terrorista de Israel.

Essas ações dos golpistas têm como objetivo prender o ex-presidente Lula e atacar os partidos operários e de esquerda, assim como as organizações sindicais e populares, visando retirar os direitos dos trabalhadores, acabar com a aposentadoria, passar para os bancos privados os recursos da Previdência Social e do Fundo de Garantia, escravizar o povo com a jornada de 12 horas diárias e 80 horas semanais e com o fim da CLT, acabar com a aposentadoria (aos 70 anos), entregar as estatais, Petrobrás, Pré-Sal, etc.  Um ataque sem precedentes na história, que se sair vitorioso, fará com que os trabalhadores brasileiros tenham que suportar uma exploração semelhante à do século XVIII, um retrocesso de 300 anos, uma recolonização do Brasil.

Os golpistas seguem apostando na repressão pura e simples, mas ela não dá para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, não surtiram efeito. 

Todavia, os golpistas precisam aprender que nenhum aparato repressivo pode conter a fúria das massas.

Os golpistas submetem-se ao imperialismo norte-americano, aos falcões da Casa Branca, a Washington, ao Departamento de Estado, à CIA, ao FBI e à embaixada norte-americana em Brasília. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. O imperialismo norte-americano é um monstro terrorista.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos bancários, que se encontram em greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, organizar comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, e  preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha e do judiciário, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, realizando uma revolução proletária, instaurando-se um governo operário e camponês, rumo ao Socialismo!

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Brasil segue rumo à ditadura do Judiciário fascista e à instauração do Estado policial: mais um ex-ministro petista preso

Os golpistas seguem rumo à ditadura do Judiciário fascista e à instauração do Estado policial: mais um ex-ministro da Fazenda do Partido dos Trabalhadores (PT) foi preso em São Paulo, o ex-ministro Antônio Palocci.

Na semana passada foi preso o também ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, que estava numa hospital, acompanhando cirurgia no cérebro de sua esposa, que sofre de câncer, fato este que causou comoção na população do Brasil inteiro, obrigando a Justiça fascista de Curitiba a soltá-lo.

A desculpa de que a Polícia Federal não sabia não pegou, porque todos sabem que essa polícia, a polícia política do golpe, não faz outra coisa senão bisbilhotar a vida dos membros do Partido dos Trabalhadores, a exemplo do que faz a CIA e o FBI seus comparsas golpistas imperialistas. Estes espionam todo mundo, a presidenta Dilma Rousseff, a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, apenas para exemplificar.

Como bem observou André Singer, em sua coluna na Folha de S. Paulo de sábado, dia 24/9:

“Não sou eu que o diz, mas o insuspeito de petismo Reinaldo Azevedo. “Força-tarefa e juiz quiseram dar recado:´Mandamos soltar e prende quando nos der na telha´”, escreveu o colunista (“Poder”, 23/9). O recado foi entendido.”

Os golpistas agora não tentam nem disfarçar! Golpe é golpe! É ato de força e acabou!

André conclui seu artigo fazendo outra observação importante:

“Quando um processo autoritário se explicita, todo mundo sabe como começa, mas ninguém sabe como termina.”  (Idem).

Os golpistas nazi-fascistas, por meio do Ministério Público Federal, preparam a prisão de Lula e o ataque às condições de vida dos trabalhadores e suas organizações, com oferecimento de denúncia contra o ex-presidente Lula.

O Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, ao controle do povo, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”. O Supremo Tribunal Federal, condenou companheiros sem prova, com base na nazi-fascista “Teoria” do Domínio do Fato” e acabou com o princípio da presunção de inocência. O STF é o mesmo que historicamente entregou Olga Benário aos nazistas. Essas “instituições” agem politicamente, utilizando-se de  ações midiáticas, em total desrespeito aos mínimos direitos civis e democráticos, à presunção de inocência, desrespeitando as liberdades democráticas (ou como gostam os juristas burgueses, as “liberdades públicas”), utilizando-se da tortura, disfarçada em “prisões cautelares” (“prisões temporárias e preventivas”), tornando a bela capital de Curitiba, numa Nova Guantánamo, criminalizando os movimentos sociais, prendendo os lutadores dos movimentos sociais, com a aplicação da Lei de Segurança Nacional da época da ditadura militar e agora a Lei “Antiterrorismo”, em conluio com governos de traços nazi-fascistas nos estados, como o do Estado de São Paulo, com sua Polícia Militar, treinada e armada até os dentes pelo Enclave sionista e terrorista de Israel.

Todas as ações do Judiciário fascista e golpista e do Estado policial tem como objetivo prender o ex-presidente Lula e atacar as organizações sindicais, visando retirar os direitos dos trabalhadores, acabar com a aposentadoria, passar para os bancos privados os recursos da Previdência Social e do Fundo de Garantia, escravizar o povo com a jornada de 12 horas diárias e 80 horas semanais e com o fim da CLT, etc. Um ataque sem precedentes na história, que se sair vitorioso, fará com que os trabalhadores brasileiros tenham que suportar uma exploração semelhante à do século XVIII, um retrocesso de 300 anos, uma recolonização do Brasil.

Os golpistas seguem apostando na repressão pura e simples, mas ela não dá para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, não surtiram efeito. 

Ruy Barbosa dizia que "A pior ditadura é a do Judiciário porque não tem para quem apelar. Mas isso é uma verdade parcial. Os golpistas precisam aprender que nenhum aparato repressivo pode conter a fúria das massas, a fúria do povo!

Os golpistas submetem-se ao imperialismo norte-americano, aos falcões da Casa Branca, a Washington, ao Departamento de Estado, à CIA, ao FBI e à embaixada norte-americana em Brasília. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. O imperialismo norte-americano é um monstro terrorista.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos bancários, que se encontram em greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, organizar comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, e  preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha e do judiciário e destruir o Estado policial que está sendo instaurado, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, realizando uma revolução proletária, instaurando-se um governo operário e camponês, rumo ao Socialismo!

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário

domingo, 25 de setembro de 2016

Veríssimo comemora 80 anos, denunciando o golpe e defendendo o socialismo

O grande escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo completa amanhã, dia 26 de setembro, 80 anos de idade, denunciando o golpe e defendendo o socialismo.

“Nascido em Porto Alegre, Luis Fernando viveu parte de sua infância e adolescência nos Estados Unidos, com a família, em função de compromissos profissionais assumidos por seu pai - professor na Universidade da Califórnia em Berkeley (1943-1945) e diretor cultural da União Pan-americana em Washington, D.C. (1953-1956). Como consequência disso, cursou parte do primário em San Francisco e Los Angeles, e concluiu o secundário naRoosevelt High School, de Washington.”   (Wikipédia).

(...)

Popularidade nacional 

Em 1981, o livro "O Analista de Bagé", lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, esgotou sua primeira edição em dois dias, tornando-se fenômeno de vendas em todo o país. O personagem, criado (mas não aproveitado) para um programa humorístico de televisão com Jô Soares, é um psicanalista de formação freudianaortodoxa, mas com o sotaque, o linguajar e os costumes típicos da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina. A contradição entre a sofisticação da psicanálise e a "grossura" caricatural do gaúcho da fronteira gerou situações engraçadíssimas, que Veríssimo soube explorar com talento em dois livros de contos, um de quadrinhos (com desenhos de Edgar Vasques) e uma antologia.

Em 1982 passou a publicar uma página semanal de humor na revista Veja, que manteria até 1989.

Em 1983, em seu décimo volume de crônicas inéditas, lançou um novo personagem que também faria grande sucesso, a Velhinha de Taubaté, definida como "a única pessoa que ainda acredita no governo". O ingênuo personagem, que dera a seu gato de estimação o nome do porta-voz do Presidente-General Figueiredo, marcava a decadência do governo militar brasileiro, que já estava quase completando 20 anos. Mas, anos depois, em plena democracia, Veríssimo faria reviver a Velhinha de Taubaté, ironizando a credibilidade dos presidentes civis, especialmente Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso.

Em toda a década de 1980, Veríssimo consolidou-se como um fenômeno de popularidade raro entre escritores brasileiros, mantendo colunas semanais em vários jornais e lançando pelo menos um livro por ano, sempre nas listas dos mais vendidos, além de escrever para programas de humor da TV Globo.

Em 1986, morou seis meses com a família em Roma, e cobriu a Copa do Mundo para a revista Playboy. Em 1988, sob encomenda da MPM Propaganda, escreveu seu primeiro romance, "O Jardim do Diabo".” (Idem).

(...)

“Fatos recentes

Em 2006, Veríssimo chegou aos 70 anos de idade consagrado como um dos maiores escritores brasileiros contemporâneos, tendo vendido ao todo mais de 5 milhões de exemplares de seus livros. Em 2008, sua filha Fernanda deu-lhe a primeira neta, Lucinda, nascida no dia do aniversário do Sport Club Internacional, 4 de abril.

Em 21 de novembro de 2012, Luis Fernando foi internado em estado grave na UTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, devido a um quadro grave degripe. Ele teve alta no dia 14 de dezembro.[2]

Em 2014 foi homenageado pela escola de samba de Porto Alegre Imperadores do Samba com o enredo A Imperadores do Samba faz a justa homenagem aos personagens de Luis Fernando Veríssimo

Participou em 2015 em uma faixa do último CD da dupla gaúcha Kleiton & Kledir (Com Todas as Letras) como compositor e saxofonista.”  (Idem).

Escritor, contista, cronista, romancista, cartunista, dramaturgo, músico, tradutor e humorista, sendo que:

“Ele ganha, em outubro, uma antologia com suas frases mais memoráveis, selecionadas pelo publicitário e jornalista Marcelo Dunlop.

Leitor do cronista, Dunlop partiu de uma pasta de recortes de jornais que guardava desde a infância para montar o livro que reúne cerca de 800 verbetes, além de cartuns raros.” (Amanda Nogueira, na Ilustrada, Folha de S. Paulo, sábado, 24/9).

O escritor denuncia o golpe e defende o socialismo:

“Mesmo sem deixar o humor de lado, Veríssimo fala de coisa séria. Algo que vem treinando desde o início da carreira; afinal, ele passou a assinar sua primeira coluna no auge da ditadura militar.

Lamentando um retrocesso e alinhando-se entre os (que – nota de Ignácio Reis) creem que houve no Brasil um golpe, ele se diz “desiludido” porque o socialismo não está exatamente em alta.

Penso que cedo ou tarde as pessoas se darão conta de que a escolha continua sendo entre socialismo e barbárie”. (Idem).

Além disso, esgrime a sua arma: a sátira, assim como jornalismo:

“Enquanto esse dia não chega, Veríssimo lapida sua melhor arma. “A sátira tem força política porque, geralmente, os regimes repressivos têm medo do ridículo”.

Ele cita “O Pasquim” como um exemplo de publicação que manteve viva a ideia de irreverência e, com isso, ajudou a acabar com a ditadura. “A sátira e o jornalismo de opinião devem cultivar essa recusa de reverenciar o que quer que seja, salvo a liberdade.”  (Idem).

A Tendência Marxista-Leninista dá os parabéns e deseja feliz aniversário, muita saúde e mais sucesso para Veríssimo.

Ignácio Reis

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Estados Unidos passa a assassinar negros diariamente: cidade de Charlotte rebelada

A polícia norte-americana passou a assassinar negros diariamente. 

No dia 20/9, terça-feira, matou Keith Lamont Scott, em Charlotte, na Carolina do Norte, sendo que no dia anterior assassinou Terence Crutcher, em Tulsa, Oklahoma.

O governador do Estado da Carolina do Norte decretou estado de emergência e solicitou reforço policial, porque a população negra da cidade de Charlotte se rebelou e feriu 16 policiais.

A situação vem se agravando a cada dia. Em 7 de julho passado, houve um protesto em Dallas, onde Micah Xavier Johnson, um soldado do exército, um veterano de guerra, um ex-militar, indignado, em represália, matou 5 cinco policiais brancos. 

A polícia americana é semelhante às SS nazistas, à gestapo.

Os EEUU é um país racista. Como disse Malcolm X, não existe capitalismo sem racismo. É necessário acabar com o capitalismo, com o imperialismo americano, para que consigamos por fim ao racismo. Não conseguimos mais respirar! Enquanto não fizermos isso, mais jovens negros morrerão como em Ferguson, como em Baltimore e agora em Tulsa, Oklahoma, Charlotte, Carolina do Norte e nas diversas cidades americanas.

Os trabalhadores americanos negros e brancos precisam, nesta conjuntura, com os ataques nazi-fascistas da polícia americana, discutir e organizar grupos de autodefesa. O Socialist Workers Party (Partido Socialista dos Trabalhadores) dos Estados Unidos, no final dos anos 1930, numa conjuntura semelhante a que vivemos hoje, discutiu com Trotsky a formação de grupos de autodefesa. Trotsky ensinou que:

“As palavras de ordem do Partido devem ser lançadas lá onde possuímos simpatizantes e operários que nos defenderão. Mas um partido não pode criar uma organização de defesa independente. A tarefa consiste em criar esses organismos nos sindicatos. Devemos possuir grupos de camaradas bem disciplinados, com dirigentes prudentes...”

Os operários e trabalhadores americanos brancos e negros devem, a partir de suas entidades sindicais e populares, organizar grupos de autodefesa, espalhando-os pelas cidades americanas, visando à dissolução da polícia SS racista e nazista americana.

A classe trabalhadora americana precisa organizar o seu partido operário marxista revolucionário e a Internacional operária e revolucionária para lutar pela Revolução Socialista Americana e Mundial, as quais colocarão na ordem do dia a dissolução da polícia SS nazista das cidades americanas, e sepultará para sempre o capitalismo e o racismo, como nos ensinou Malcolm X, não só nos Estados Unidos, o que também impulsionará a derrubada do capitalismo em nível mundial. 

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário

Golpe rumo à ditadura do judiciário e do Estado policial: Guido Mantega preso

A Polícia Federal, a polícia política do golpe, prendeu o ex-ministro Guido Mantega, hoje cedo, quinta-feira, 22/9, enquanto este acompanhava sua esposa em uma cirurgia num hospital, em São Paulo, o qual será levado a Curitiba, seguindo, assim, a escalada golpista rumo à ditadura do judiciário e do transformação do Brasil num Estado policial.

O Poder Judiciário, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, ao controle do povo, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”. O Supremo Tribunal Federal, condenou companheiros sem prova, com base na nazi-fascista “Teoria” do Domínio do Fato” e acabou com o princípio da presunção de inocência. O STF é o mesmo que historicamente entregou Olga Benário aos nazistas. Essas “instituições” agem politicamente, utilizando-se de  ações midiáticas, em total desrespeito aos mínimos direitos civis e democráticos, à presunção de inocência, desrespeitando as liberdades democráticas (ou como gostam os juristas burgueses, as “liberdades públicas”),  criminalizando os movimentos sociais, prendendo os lutadores dos movimentos sociais, sem o devido processo legal, com as pessoas sendo torturadas a pretexto de “prisões cautelares” (“prisões preventivas e temporárias), sendo que Curitiba tornou-se a Nova Guantánamo. Aplica-se a aplica-se a “lei antiterrorismo”, em conluio com governos de traços nazi-fascistas nos estados, como o do Estado de São Paulo, com sua Polícia Militar, treinada e armada até os dentes pelo Enclave sionista e terrorista de Israel.

Essas ações dos golpistas têm como objetivo prender o ex-presidente Lula e exterminar com o Partido dos Trabalhadores e demais partidos operários e de esquerda, assim como as organizações sindicais, populares e os movimentos sociais, visando retirar os direitos dos trabalhadores, acabar o Sistema Único de Saúde (SUS), com a aposentadoria, passar para os bancos privados os recursos da Previdência Social e do Fundo de Garantia, escravizar o povo com a jornada de 12 horas diárias e 80 horas semanais e com o fim da CLT, entregar o Pré-Sal e a Petrobrás, etc. Um ataque sem precedentes na história, que se sair vitorioso, fará com que os trabalhadores brasileiros tenham que suportar uma exploração semelhante à do século XVIII, um retrocesso de 300 anos, uma recolonização do Brasil.

Os golpistas seguem apostando na repressão pura e simples, mas ela não dá para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, não surtiram efeito. Todavia, os golpistas precisam aprender que nenhum aparato repressivo pode conter a fúria das massas.

Os golpistas submetem-se ao imperialismo norte-americano, aos falcões da Casa Branca, a Washington, ao Departamento de Estado, à CIA, ao FBI e à embaixada norte-americana em Brasília. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. O imperialismo norte-americano é um monstro terrorista.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos bancários, que se encontram em greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, organizar comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, e  preparar e deflagrar a partir de hoje 22/9 a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha e do judiciário, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, realizando uma revolução proletária, instaurando-se um governo operário e camponês, rumo ao Socialismo!

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário



terça-feira, 20 de setembro de 2016

Estados Unidos ataca a Síria e polícia assassina negro em Oklahoma

Os Estados Unidos atacaram a Síria, no sábado dia 17/9, enquanto a sua polícia assassinou um negro desarmado, identificado como Terence Crutcher, de 40 anos, ontem, segunda-feira, dia 19, em Tulsa, Oklahoma.

Os Estados Unidos invadiram e atacaram a Síria, pela fronteira do Iraque, realizando 4 ataques aéreos contras as tropas do Exército sírio, matando 62 militares e ferindo 180.

O ataque aconteceu para dar cobertura aos terroristas do Estado Islâmico (EI), os quais em seguida atacaram por terra o Exército sírio.

Fica clara, pois, a cooperação militar da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), a máquina de destruição de povos do imperialismo norte-americano, com os “rebeldes” e “mercenários” do Estado Islâmico.

Por outro lado, nos Estados Unidos, conforme noticiado, hoje, 20/9, pelo insuspeito Portal pró-imperialista G1:

“Um agente de polícia de Tulsa, em Oklahoma, nos Estados Unidos, matou a tiros um homem negro, que estava desarmado, cujo veículo tinha dado problema em uma estrada, apontando para um novo caso de suposta violência policial, contra afro-americanos no país.”

Essa morte de Terence Crutcher, de 40 anos, se soma às mortes também recentes de Essas mortes se somam as de Tyrone Harris Jr., 18, em Baltimore, Michael Brown, 18, em Ferguson, Philando Castile, 32, em Minnesota, Alton Sterling, 37, em Louisiana. Tudo isso em menos de 1 ano.

Inclusive, em 7 de julho passado, houve um protesto em Dallas, onde Micah Xavier Johnson, um soldado do exército, um veterano de guerra, um ex-militar, indignado, em represália, matou 5 cinco policiais brancos.

Terence, Tyrone, Michael, Philando, Alton e Micah são mártires do povo afro-americano.

Abrimos um parênteses para mencionar que no Brasil a situação é pior ainda. O genocídio aqui é perpetrado cotidianamente nas periferias das cidades brasileiras, por meio das polícias militares, da Força Nacional, verdadeiros esquadrões da morte. No Rio de Janeiro, como em São Paulo, são mortas pela PM mais de 500 pessoas anualmente, em cada uma das cidades. Um média de 2 pessoas por dia. A Polícia Militar do Estado de São Paulo foi treinada e armada até os dentes, pelo Enclave terrorista e sionista de Israel, e segue reprimindo as manifestações contra o golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano, infiltrando provocadores do Exército nas manifestações para prender o povo que está revoltado. Agora durante o curto período das Olimpíadas, foram mortas 8 pessoas no Rio de Janeiro, com participação do Exército. É urgente a derrota do golpe e a dissolução da Polícia Militar.

Voltando aos Estados Unidos, a polícia americana é semelhante as SS nazistas.

Terrel Carter, um escritor negro e líder comunitário, que trabalhou na polícia, foi entrevistado por Marcelo Ninio, da Folha de S. Paulo, em Washington, em 9/7,  e esclareceu que:

“A violência policial contra pessoas de cor sempre aconteceu, mas ganhou maior visibilidade com as redes sociais e os celulares, algo que o mundo está vendo mais.”

(...)

Incomodado com a cultura racista e o código de silêncio que encontrou na polícia, Carter só ficou cinco anos de farda. O chamado “perfil racial” (ação baseada em critérios raciais) não é algo explícito, diz ele, mas amplamente praticado pela polícia.

“Ninguém diz isso abertamente, mas os focos da ação policial são sempre os bairros de maioria negra”, afirma. “O que me foi ensinado quando eu estava na polícia é que, se você quiser fazer uma prisão para melhorar as estatísticas e ser promovido, nesses bairros é sempre mais fácil.”

Os EEUU é um país racista como o Brasil. Como disse Malcolm X, não existe capitalismo sem racismo. É necessário acabar com o capitalismo, com o imperialismo norte-americano, para que consigamos por fim ao racismo. Não conseguimos mais respirar! Enquanto não fizermos isso, mais jovens negros morrerão como em Ferguson, como em Baltimore e agora em Tulsa, Oklahoma e nas diversas cidades americanas.

Os trabalhadores americanos negros e brancos precisam, nesta conjuntura, com os ataques nazi-fascistas da polícia americana, como em Ferguson e Baltimore, discutir e organizar grupos de autodefesa. O Socialist Workers Party (Partido Socialista dos Trabalhadores) dos Estados Unidos, no final dos anos 1930, numa conjuntura semelhante a que vivemos hoje, discutiu com Trotsky a formação de grupos de autodefesa. Trotsky ensinou que:

“As palavras de ordem do Partido devem ser lançadas lá onde possuímos simpatizantes e operários que nos defenderão. Mas um partido não pode criar uma organização de defesa independente. A tarefa consiste em criar esses organismos nos sindicatos. Devemos possuir grupos de camaradas bem disciplinados, com dirigentes prudentes...”

Os operários e trabalhadores americanos brancos e negros devem, a partir de suas entidades sindicais e populares, organizar grupos de autodefesa, espalhando-os pelas cidades americanas, visando à dissolução da polícia SS racista e nazista norte-americana.

A classe trabalhadora norte-americana precisa organizar o seu partido operário marxista revolucionário e a Internacional operária e revolucionária para lutar pela Revolução Socialista Americana e Mundial, as quais colocarão na ordem do dia a dissolução da polícia SS nazista das cidades americanas, e sepultará para sempre o capitalismo e o racismo, como nos ensinou Malcolm X, não só nos Estados Unidos, o que também impulsionará a derrubada do capitalismo em nível mundial. 

Já com relação ao ataque à Síria, é preciso ficar claro que imperialismo norte-americano, do falcão Obama, que tem patrocinado uma média de 1 golpe por ano no seu governo (Honduras,Paraguai, Ucrânia - neste país, os nazistas foram apoiados pelos israelenses; é mole ou quer mais?! -, Egito, Líbia, Síria, Brasil, etc) o imperialismo da União Europeia e da Organização das Nações Unidas (ONU, que como disse Lênin de sua antecessora, a Sociedade das Nações, não passa de um covil de bandidos). O imperialismo, como dizia Vladimir Lênin, é o estágio superior do capitalismo, é a época dos monopólios, do capital financeiro (fusão do capital industrial com o bancário). É a época da reação em toda linha (OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte, marines, drones, golpes de estado etc.), de guerra e revoluções.

Assim, nos colocamos pela defesa incondicional do Estado sírio diante do ataque do imperialismo norte-americano, mas sem ter ilusão em Assad, que poderá capitular perante o imperialismo a qualquer momento, o que coloca a necessidade de que seja superada essa direção por meio da formação de um partido operário marxista revolucionário sírio, assim como de um partido operário marxista revolucionário nos Estados Unidos, seções de uma nova Internacional operária, marxista e revolucionária, para lutar por um governo revolucionário dos trabalhadores, através da revolução proletária internacional.

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domingo, 18 de setembro de 2016

Farsa dos golpistas impediu o filme Aquarius de concorrer ao Oscar

O ministério da cultura golpista, por meio de uma comissão, impediu o filme Aquarius de concorrer ao Oscar 2017, em razão da equipe, liderada pela grande atriz Sônia Braga, ter protestado no Festival de Cinema de Cannes contra o golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano.

A escolha, como tudo patrocinado pelos golpistas, além de farsa sempre conta com trapalhada. Hoje, domingo, dia 18/9, no Portal HUFFPOST BRASIL, associado à Abril, aparece uma artigo em que o suposto presidente da comissão Bruno Barreto, declara que:

“Me arrependo de não ter cancelado a votação”, disse em entrevista ao Estado.

O diretor contou que dois membros faltaram ao encontro no qual houve a discussão sobre as obras inscritas: Adriana Rattes, ex-secretária de Cultura do Rio, e a cineasta Carla Camurati, votaram à distância.

Isso teve influência no resultado final.”, disse o diretor.”

A comissão de colaboracionistas golpistas “foi formada por Adriana Scorzelli Rattes, Bruno Barreto, Carla Camurati, George Torquato Firmeza, Luiz Alberto Rodrigues, Marcos Petrucelli, Paulo de Tarso Basto Menelau, Silvia Maria Sachs Rabello e Sylvia Regina Bahiense. O presidente, Bruno Barreto não estava presente.” (Portal G1, 12/9).

Por outro lado, Kleber Mendonça Filho, diretor de Aquarius, declarou:

“Para Kleber Mendonça Filho, diretor de “Aquarius” é “bem possível” que a escolha do filme para tentar uma vaga para o Brasil no Oscar 2017, feita pelo Ministério da Cultura, esteja em “em total sintonia com a realidade política do Brasil.” (Idem).

E acrescenta:

“[A decisão] é coerente e já era esperada” escreveu o cineasta em seu perfil no Facebook.” Para além de decisões institucionais via governo brasileiro, ‘Aquarius’ tem conquistado internacionalmente um tipo raro de prestígio, e isso inclui distribuição comercial em mais de 60 países enquanto já se aproxima dos 200 mil espectadores nos cinemas brasileiros, com um tipo de impacto popular também raro.” (Idem).

Além disso, cumpre assinalar que:

“Duas produções chegaram a desistir da inscrição para o Oscar em apoio ao longa de Mendonça Filho. Primeiro, a de “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, saiu da corrida. Depois, a diretora Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”) fez o mesmo ao deixar de fora o seu filme mais recente, “Mãe só há uma?”. (Idem).

Fica aqui o nosso profundo respeito ao Gabriel Mascaro e à Anna Muylaert pela bela atitude em defesa da nossa Cultura.

Logicamente que o filme escolhido pelos golpistas poderá até ser indicado ao Oscar e até mesmo conquistar o prêmio, até por que a Academia de Hollywood é dominada pelo imperialismo norte-americano que impulsionou e apoia o golpe no Brasil, o qual poderá interferir para beneficiar ao filme escolhido pelos golpistas, mas a luta da Equipe de Aquarius, liderada por Sônia Braga e Kleber Mendonça Filho pela Cultura brasileira e contra o golpe é fundamental para que a ditadura Temer seja um curto episódio na História do Brasil.

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Erwin Wolf

sábado, 17 de setembro de 2016

PSTU percorre a trajetória de Benito Mussolini

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), por meio de seu principal dirigente, Eduardo Almeida, exige a prisão de Lula, defendendo uma política que ultrapassa os limites da classe operária, passando para o campo da reação burguesa e do imperialismo.

A trajetória do PSTU  não é inédita, não é a primeira vez que isso acontece. Só para exemplificar, na nossa grande imprensa atual são conhecidas as pessoas que foram de esquerda e hoje servem à reação, como Miriam Leitão, Demetrio Magnoli, Reinado Azevedo, Willian Waack, etc.

Todavia, o maior símbolo destes trânsfugas e traidores é Benito Mussuloni:

“No início da sua carreira de jornalista e político foi um tenaz propagandista do socialismo italiano, em defesa do qual escreveu artigos no jornal esquerdista Avanti, de que era redator-chefe.” (Wikipédia).

“Até os dia atuais, Mussolini é considerado um dos socialistas mais proeminentes da Itália. Em setembro de 1911, participou de uma manifestação, liderada pelos socialistas, contra a Guerra Ítalo-Turca na Líbia. Ele amargamente denunciou a estratégia, que classificou como “guerra imperialista”, da Itália de capturar a capital da Líbia, Tripoli, uma ação que lhe valeu um período de cinco meses na prisão.” (Idem).

Depois, “Usando as sua milícias chamadas de camicie nere (“camisas negras”) para instigar o terror e combater abertamente os socialistas...” (Idem).

Bastante semelhança com o Eduardo Almeida, não é não? O que vocês acham? 

Em agosto passado, o PSTU, em São Bernardo do Campo, aliou-se ao Ministério Público do Trabalho (que é um braço do Ministério Público Federal que vocês já conhecem o horror que é), e, como nos tempos da ditadura, cancelaram as eleições no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Bernardo do Campo, onde concorriam a Chapa 1, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e a Chapa 2, da CSP-Conlutas e da Intersindical.

A eleição foi tutelada pelo Ministério Público do Trabalho e pela Justiça do Trabalho, em razão da CSP-Conlutas, liderada pelo PSTU ter se socorrido dos mesmos, isto é, da Justiça burguesa. Estes órgãos permanentes de poder da burguesia são ocupados por membros que não se submeteram ao sufrágio universal, ao voto, ao controle do povo, ou seja, são ocupados por usurpadores.

Assim, o PSTU e a direção da CSP-Conlutas seguem, objetiva e concretamente, do lado dos golpistas, cumprindo hoje o mesmo papel dos pelegos na época da ditadura militar, sem se importarem para a aplicação do “Plano uma ponte para o futuro” de Michel Temer, que implicará, se os golpistas não forem derrotados, na escravização e recolonização do Brasil, com o fim da CLT, aposentadoria aos 75 anos, 80 horas semanais, fim dos programas sociais, como Minha Casa Minha Vida,  Bolsa Família, FIES, PRONATEC, etc.,  fim do Sistema Único de Saúde, privatização da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal, assalto ao FGTS pelos banqueiros, fim da estabilidade do servidor público, entrega da Petrobrás para a Chevron e a Shell, enfim, um retrocesso sem precedentes para a classe trabalhadora brasileira, um retrocesso de mais de 300 anos. O Brasil do Século XXI poderá voltar ao Século XVII, só que ao invés do portugueses, vamos ter os norte-americanos. Seremos mais ou menos o 51o Estado dos Estados Unidos, uma espécie de Porto Rico, já que Temer assumiu não como presidente, mas como "governador americano", pelas posições de seu usurpador ministro das relações exteriores, o seu "chanceler", José Serra.

Além disso, o PSTU e a CSP-Conlutas tentam passar uma imagem de combativos, mas no movimento sindical são conhecidos os acordos traidores da diretoria do Sindicato do Metalúrgicos de São José dos Campos com a Embraer e a General Motors, onde tal diretoria permitiu, sem luta, demissões em massas nessas empresas e acordos rebaixados do ponto de vistas das reivindicações dos metalúrgicos.

Ainda, são conhecidas as traições nas greves dos metroviários pela diretoria anterior, ligada ao PSTU (parece que os metroviários já deram um pé na bunda desses traidores, parece que na nova diretoria eles não estão, ou estão em minoria), quando eram encerradas precocemente, com acordos nocivos aos trabalhadores com o governo tucano do Estado de São Paulo. Sem falar que a diretoria do Sindicato ligada ao PSTU permitiu que os metroviários fizessem horas extras para ajudar na mobilização coxinha e da extrema-direita, nas domingueiras da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

Agora para piorar as coisas defendem a prisão de Lula, aliam-se à repressão policial.

Trotsky nos ensinou qual o caráter de classe da polícia, o que serve para seus aliados:

“Durante todo o dia as massas populares circulavam de bairro em bairro violentamente perseguidas pela polícia, contidas e rechaçada pelas forças da cavalaria e por alguns destacamentos da infantaria. Gritavam: 'Abaixo a polícia!', e ouvia-se frequentemente um hurra aos cossacos. Era um detalhe significativo. A multidão demonstrava um ódio furioso contra a polícia. A polícia montada era recebida com vaias, pedras, pedaços de ferro. Muito distinta era a atitude dos operários com relação aos soldados... A polícia é um inimigo cruel, inconciliável, odiado. Não há nem que se pensar em ganhá-los para a causa...” (León Trotsky, Historia da Revolução Russa, Capitulo VII, Cinco dias - 23 a 27 de fevereiro de 1917, 1930).

Bem a Tendência Marxista-Leninista a partir de agora vai tratar ao PSTU e seus militantes como inimigos da classe operária, como a Frente Única do movimento operário, liderada pelos trotskistas, tratou aos fascistas tupiniquins, os integralistas, na Praça da Sé em 1934, na “revoada dos camisas verdes” :

“Companheiras, companheiros trabalhadores, camaradas! Estamos aqui para impedir que eles tomem esta praça. Porque se hoje os fascistas tomarem esta praça, amanhã tomarão o Estado …"

Foi então que a fuzilaria começou. Os integralistas, que compunham o grupo mais adiante, começaram a atirar sobre a concentração democrática e antifascista. Pessoas tombaram mortas ou feridas. Houve correria, gritos e sangue por todo o lado. A tragédia havia começado.

Nesse dia, o Movimento Integralista Brasileiro foi derrotado, impedido de fazer uma demonstração de força que, se bem sucedida, teria alterado profundamente a história do País. De fato, o Estado brasileiro, sob a presidência de Getúlio Vargas, passava então por uma crise aguda, extremamente abalado pela revolução de 30, e apoiado sobre um frágil equilíbrio de forças.

A derrota do integralismo só foi possível graças à unidade das forças democráticas e operárias do país, então agrupadas na Frente Única Antifascista (FUA). O jovem que iniciou o comício da Sé – e um dos seus principais organizadores – era também o secretário-geral da FUA. Era, na ocasião, presidente da Coligação Proletária dos Sindicatos, que agrupava 80 entidades sindicais – algo extraordinário na época – e era dirigente da Liga Comunista Internacionalista (LCI, trotskista), juntamente com Mário Pedrosa, Livio Xavier e outros. Seu nome: Fúlvio Abramo.” (Fúlvio Abramo, in “Entrevista a José Arbex Júnior”.

A posição do PSTU é tão grave e anti-operária que a Liga Bolchevique Internacionalista (LBI), que tem uma política de seguidismo ao morenismo (a LBI só viu o golpe de estado às vésperas), a repudiou. 

O Partido da Causa Operária (PCO) foi o primeiro a denunciar essa travessia do PSTU rumo ao fascismo.

Essa posição do PSTU havia sido defendida anteriormente pelo Movimento Negação da Negação (MNN) uma seita, um grupelho insignificante, mas bastante perigoso. Já o PSTU tem uma certo peso, o que torna ainda mais perigosa essa posição. 

Assim entendemos que o PSTU é um partido inimigo da classe operária, devendo ser duramente combatido.  

Por último, que não venham nos acusar de ultra-esquerdirmo, de defender a “Teoria” stalinista do social-fascismo, da época do “terceiro período” da III Internacional já stalinista. A “Teoria do social-fascismo” era esquerdista porque impediu a frente única do proletariado alemão, impediu a frente do Partido Comunista (PC) e do Partido Socialista (PS) contra a ascensão de Hitler, do nazismo na Alemanha, ao dividir os operários alemães, chamando o PS de social-fascista. Isso é bem diferente do caso brasileiro, onde concretamente o PSTU alia-se com a reação policial burguesa. O Partido Socialista alemão não estava aliado à reação na época. 

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Golpistas nazi-fascistas preparam a prisão de Lula e o ataque aos trabalhadores e suas organizações

Os golpistas nazi-fascistas, por meio do Ministério Público Federal, preparam a prisão de Lula e o ataque às condições de vida dos trabalhadores e suas organizações, com oferecimento de denúncia contra o ex-presidente Lula.

O Ministério Público Federal, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, ao controle do povo, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”. O Supremo Tribunal Federal, condenou companheiros sem prova, com base na nazi-fascista “Teoria” do Domínio do Fato” e acabou com o princípio da presunção de inocência. O STF é o mesmo que historicamente entregou Olga Benário aos nazistas. Essas “instituições” agem politicamente, utilizando-se de  ações midiáticas, em total desrespeito aos mínimos direitos civis e democráticos, à presunção de inocência, desrespeitando as liberdades democráticas (ou como gostam os juristas burgueses, as “liberdades públicas”),  criminalizando os movimentos sociais, prendendo os lutadores dos movimentos socia
is, com a aplicação da Lei de Segurança Nacional da época da ditadura militar, em conluio com governos de traços nazi-fascistas nos estados, como o do Estado de São Paulo, com sua Polícia Militar, treinada e armada até os dentes pelo Enclave sionista e terrorista de Israel.

Essa ação de hoje do Ministério Público Federal tem como objetivo prender o ex-presidente Lula e atacar as organizações sindicais, visando retirar os direitos dos trabalhadores, acabar com a aposentadoria, passar para os bancos privados os recursos da Previdência Social e do Fundo de Garantia, escravizar o povo com a jornada de 12 horas diárias e 80 horas semanais e com o fim da CLT, etc. Um ataque sem precedentes na história, que se sair vitorioso, fará com que os trabalhadores brasileiros tenham que suportar uma exploração semelhante à do século XVIII, um retrocesso de 300 anos, uma recolonização do Brasil.

Os golpistas seguem apostando na repressão pura e simples, mas ela não dá para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, não surtiram efeito. Todavia, os golpistas precisam aprender que nenhum aparato repressivo pode conter a fúria das massas.

Os golpistas submetem-se ao imperialismo norte-americano, aos falcões da Casa Branca, a Washington, ao Departamento de Estado, à CIA, ao FBI e à embaixada norte-americana em Brasília. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. O imperialismo norte-americano é um monstro terrorista.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos bancários, que se encontram em greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, organizar comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, e  preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, realizando uma revolução proletária, instaurando-se um governo operário e camponês, rumo ao Socialismo!

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Câmara golpista faz de conta que cassou Cunha para salvar a ditadura Temer

A Câmara dos Deputados golpista fez de conta que cassou o seu ex-presidente, Eduardo Cunha, por  450 votos contra 10 e nove abstenções, na noite de ontem, dia 12 de setembro, visando salvar à ditadura Temer. 

Optou por entregar o anel para não perder os dedos, tentando aliviar a pressão, em razão da ditadura Temer estar com muita dificuldade de se estabilizar, como um paciente na UTI, que poderá ter uma morte súbita, com as enormes manifestações diárias contra o golpe que estão tomando conta das ruas de todas as cidades do país, gritando o Fora Temer, que deverá desaguar na Greve Geral marcada para o dia 22 de setembro próximo, pela defesa dos direitos trabalhistas e sociais.

Os golpistas perceberam que apenas com repressão pura e simples não está dando para conter o movimento popular nas ruas, que tende a adquirir proporção gigantesca. As provocações preparadas pelo ministro golpista da Justiça, liderando o Exército e a Polícia Militar, como no Estado de São Paulo, onde um agente provocador foi desmascarado por fazer uma armadilha para prender 26 manifestantes, antes mesmo da grande manifestação do domingo dia 4/9, sendo, pois, que provocações não surtiram efeito e o tiro saiu pelo culatra.

Então, em razão de estarem acuados (recentemente mais um ministro caiu, o Advogado Geral da União, atirando para todos os lados, denunciando o golpista Temer e os demais ministros de tentar encobrir a corrupção) os golpistas sentiram a necessidade de “cassar” o líder do golpe, o deputado Eduardo Cunha, para tornar mais palatável o “impeachment”/golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano. A ideia deles é semelhante a dos bandidos que procuram limpar o local do crime, apagar aos vestígios e queimar arquivo.

A operação foi bastante semelhante ao que fez o Supremo Tribunal Federal golpista, às vésperas da votação da admissão do “impeachment”/golpe na Câmara dos Deputados, quando resolveram "afastar" Cunha (na verdade uma licença, logicamente remunerada, dispensando-o apenas de comparecer à Câmara, para que se dedicasse integralmente à condução do golpe).

Agora os golpistas viveram  esse novo dilema bastante semelhante de ter de “cassar” Cunha, dentro do covil de bandidos que é a Câmara dos Deputados, que era controlada pelo próprio deputado execrado pela população do Brasil inteiro, em razão de suas 9 contas, com milhões de dólares na Suiça. Uma verdadeira unanimidade nacional!

Uma parte dos golpistas avaliaram e conseguiram convencer os demais que para seguir com o golpe era necessário “cassar” Eduardo Cunha.  De início contaram novamente com a colaboração ativa do Supremo Tribunal Federal que rejeitou os recursos judiciais interpostos por Cunha (o ministro golpista Gilmar Mendes ficou na dele, fingindo de morto).

Todavia, a votação de cassação de Cunha deve ter sido bilionária, como acontece em toda votação importante na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, enfim no Congresso Nacional, isto é, o famoso “toma lá, dá cá”, o “é dando que se recebe”.


Neste caso é difícil, por ora, fazermos uma avaliação das consequências da votação.

Mas algumas coisas podem ser ponderadas.  Cunha é um “arquivo” e ele já ameaçou todos os seus comparsas, referindo-se ao efeito “Orloff”: “vocês serão eu amanhã!”  Ele poderá abrir a boca. Não está descartada a hipótese que  a cassação de Cunha faça o ventilador funcionar a todo vapor: m... para todo lado! Ou também poderá ser uma "cassação" (apenas formal) como condenação de juiz, com uma gorda aposentadoria, no caso de Cunha milionária, com milhões de dólares, pois deve ter sido ameaçado pelos demais golpistas, talvez tenha medo de abrir a boca. Já prometeu um livro. Talvez queira esperar a poeira baixar. Os demais golpistas devem tê-lo ameaçado de se pensar em abrir a boca poderá se tornar um arquivo morto. Em compensação devem ter-lhe prometido a manutenção da prerrogativa de foro, ou seja, para ficar sossegado de que não haverá prisão.

A força de Cunha era a força do imperialismo norte-americano, dos falcões da Casa Branca, de Washington, do Departamento de Estado, da CIA e do FBI. Mas o imperialismo não tá nem aí para os serviços sujos prestados por Cunha. Com certeza analisaram a situação e decretaram a “queima de arquivo” formal, a cassação de Cunha, não estando, como já dissemos, descartada a queima de arquivo real. Cunha poderá aparecer morto.  O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. “Sacrificar” Cunha para eles é que nem tirar doce da boca de criança!

Além disso, se revolução é grande devoradora de homens, a contrarrevolução e os golpes também! Isso aconteceu com Carlos Lacerda, com Adhemar de Barros, defensor da moral e dos bons costumes, cujo slogan era “Rouba mas faz” (deixou como herança a Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão para seu neto João Saad), Magalhães Pinto (Banco Nacional, hoje Itaú-Unibanco), etc., os chamados golpistas arrependidos da ditadura militar de 1964, que foram cassados pela mesma.

Assim, o problema dos golpistas era convencer a maioria dos deputados da Câmara dos Deputados, o que, com certeza, deve ter custado bilhões de reais. A reserva brasileira de 370 bilhões de reais poderá desaparecer completamente, juntamente com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço dos trabalhadores) e os recursos da Previdência Social!!! Sem falar nos 144 bilhões do “déficit público”, que já deve ter sumido, uma parte foi para o judiciário: 58 bilhões de reais!!! A “entrada” ou “sinal” do golpe! Agora o Poder Judiciário pressiona pelo aumento dos subsídios (salários) dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que produzirá um efeito cascata na União e nos Estados da Federação. Mas comércio é comércio, não é não? A fatura deve ser paga!

Portanto, é importante não se deixar impressionar por essa manobra parlamentar de “cassação” de Eduardo Cunha, que na verdade é uma cortina de fumaça, é uma tentativa de jogar areia nos olhos da população, porque o golpe segue em marcha e precisa ser derrotado. Não devemos ter ilusões legalistas, constitucionais, eleitoreiras ou parlamentar. Devemos analisar concretamente a realidade.

Então, essa manobra golpista poderá, ao invés de aliviar a pressão e conter o movimento popular, aumentar ainda mais a enorme reação popular que estamos vivendo, com o povo tomando as ruas de todas as cidades do Brasil diariamente, fazendo com que haja a erupção de um gigantesco movimento de massas! 

Mas uma coisa é certa, Cunha apenas cairá se o golpe for derrotado, com o povo colocando as mãos nele para ser julgado por um Tribunal Popular, em Praça Pública, à la Saint-Just!

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos jornalistas e radialistas da TV Cultura, que estão em greve desde o dia 8/9, assim como a greve nacional dos bancários iniciada desde o dia 6/9, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, visando organizar os comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos, bem como preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, na perspectiva de construção de uma Internacional Operária e Revolucionária, rumo à revolução proletária internacional e ao Socialismo.

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário

domingo, 11 de setembro de 2016

Cunha, o comandante dos golpistas e seu dilema, apenas cairá se o golpe for derrotado

Os golpistas sentem que necessitam “cassar” o líder do golpe, o deputado Eduardo Cunha, para tornar mais palatável o “impeachment”/golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano.

A operação é bastante semelhante ao que fez o Supremo Tribunal Federal golpista, às vésperas da votação da admissão do “impeachment”/golpe na Câmara dos Deputados, quando resolveram "afastar" Cunha (na verdade uma licença, dispensando-o apenas de comparecer à Câmara, para que se dedicasse integralmente à condução do golpe).

Agora os golpistas vivem esse novo dilema de ter de “cassar” Cunha, dentro do covil de bandidos que é a Câmara dos Deputados, controlada pelo próprio deputado execrado pela população do Brasil inteiro, em razão de suas 9 contas, com milhões de dólares na Suiça. Uma verdadeira unanimidade nacional!

Uma parte dos golpistas avaliam que para seguir com o golpe é necessário “cassar”, todavia está difícil porque Cunha é um “arquivo” e ele já ameaçou todos os seus comparsas, referindo-se ao efeito “Orloff”: “vocês serão eu amanhã!”

A força de Cunha é a força do imperialismo norte-americano, dos falcões da Casa Branca, de Washington, do Departamento de Estado, da CIA e do FBI. Mas o imperialismo não tá nem aí para os serviços sujos prestados por Cunha. Com certeza está analisando a situação e poderá decretar a “queima de arquivo”, a cassação de Cunha. O imperialismo norte-americano é capaz de qualquer coisa. Só para exemplificar, relembrando, em agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, matando 166 mil pessoas na primeira cidade e 80 mil na segunda. “Sacrificar” Cunha para eles é que nem tirar doce da boca de criança!

Além disso, se revolução é grande devoradora de homens, a contrarrevolução e os golpes também! Isso aconteceu com Carlos Lacerda, com Adhemar de Barros, defensor da moral e dos bons costumes, cujo slogan era “Rouba mas faz” (deixou como herança a Rede Bandeirantes de Televisão para seu neto João Saad), Magalhães Pinto (Banco Nacional), etc., os chamados golpistas arrependidos da ditadura militar de 1964, que foram cassados pela mesma.

O problema dos golpistas é convencer a maioria dos deputados da Câmara num ou noutro sentido, o que, com certeza, custará bilhões de reais. A reserva brasileira de 370 bilhões de reais poderá desaparecer completamente, juntamente com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço dos trabalhadores) e os recursos da Previdência Social!!! Sem falar nos 144 bilhões do “déficit público”, que já deve ter sumido, uma parte foi para o judiciário: 58 bilhões de reais!!! A “entrada” ou “sinal” do golpe! Comércio é comércio, não é não?

Mas a cassação ou não de Cunha poderá fazer o ventilador funcionar a todo vapor: m... para todo lado! Ou também poderá ser uma "cassação" (apenas formal) como condenação de juiz, com uma gorda aposentadoria, no caso de Cunha milionária, com milhões de dólares.

Isso poderá aumentar ainda mais a enorme reação popular que estamos vivendo, com o povo tomando as ruas de todas as cidades do Brasil diariamente! 

Qualquer atitude dos golpistas será uma operação arriscada, o tiro poderá sair pela culatra, podendo provocar uma gigantesca reação popular, à la Turquia!!!

Então, para a burguesia entreguista e para o imperialismo norte-americano, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come! E o bicho é o movimento popular contra o golpe que ameaça sair de controle!

Mas uma coisa é certa, Cunha apenas cairá se o golpe for derrotado, com o povo colocando as mãos nele para ser julgado por um Tribunal Popular, em Praça Pública, à la Saint-Just!

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A gravidade da provocação do Exército, da PM SP, e do ministro golpista da Justiça contra manifestantes

A ditadura golpista de Michel Temer armou uma grave provocação, dirigida pelo ministro golpista da Justiça, com a participação ativa do Exército e da Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo.

Os golpista infiltraram um capitão do Exército entre os manifestantes antes da manifestação dos 100 mil na Paulista, no domingo passado, dia 4/9. O agente provocador apresentou-se em uma rede social como sendo Balta Nunes. Aí armou a provocação “entregando” para a Polícia Militar 26 manifestantes, os quais foram presos antes da manifestação. Todavia, no dia seguinte um Juiz  libertou imediatamente os manifestantes em razão da ausência de provas. 

Essa a atuação do juiz é uma exceção, porque de forma geral o poder judiciário vem participando ativamente do golpe. É uma exceção que confirma a regra.

Logo em seguida o provocador foi desmascarado, sendo revelada a sua verdadeira identidade de capitão do Exército, cujo nome é Willian Pina Botelho.   

A provocação foi dirigida pessoalmente pelo ministro golpista da Justiça, Alexandre Morais, ex-secretário de segurança pública do Estado de São Paulo, dirigido pelo governador Geraldo Alckmin, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tucano.

Além disso, contou com a participação do Exército.  Como nos ensinou o falecido médico, historiador e dirigente do Partido Comunista Brasileiro, Leôncio Basbaum, em sua obra “História Sincera da República, de 1961 a 1967”, pág. 121, Editora Alfa-Omega, 1977:

“Até há poucos anos, a segurança nacional era antes de tudo a segurança da pátria contra um possível inimigo externo. As manobras militares imaginam um inimigo vindo do exterior, por mar ou por terra e toda a estratégia de defesa era então revista, pelo menos teoricamente. Era uma estratégia defensiva. Mas nestes últimos anos, sobretudo depois que as personalidades civis e militares norte-americanas começaram a fazer conferência na ESG (Escola Superior de Guerra – Nota de Ignácio Reis), o conceito de “segurança nacional” se refere sobretudo a um inimigo interno”.

Essa é a doutrina da “Segurança Nacional”, elaborada pelo General Golbery do Couto e Silva, do “Grupo da Sorbonne” a dita “inteligentsia” do Exército, teoria essa baseada no nazista Hermann Goering, que trata o povo brasileiro como inimigo interno.

Ainda, a armação teve a participação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, armada até os dentes pelo Estado sionista e terrorista de Israel, a qual recentemente  cegou uma jovem de 19 anos, utilizando-se de bombas, balas, cassetetes, etc.

Constata-se, pois, que as forças da repressão voltaram a agir na ditadura de 2016, como na época da ditadura de 1964, o que mostra a gravidade da situação política que estamos vivendo.

Assim, é fundamental que o movimento operário e popular organize comitês de autodefesa, as milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos operários, de trabalhadores, de camponeses pobres e das organizações estudantis.

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Coreia do Norte segue enfrentando o imperialismo com teste nuclear

A Coreia do Norte anunciou pela KCTV que realizou um teste nuclear. “O teste atômico aconteceu na base de Penzye-ri, no nordeste do país, mesmo local onde a Coreia do Norte já detonou artefatos em 2006, 2009, 2013 e em janeiro deste ano.” (Blog da Liga Bolchevique Internacionalista, LBI).

O teste nuclear é o quinto realizado e coincide com o 68o aniversário do Estado Operário da Coreia do Norte.

A locutora Ri Chum-hee da KCTV disse que “A detonação atômica aconteceu com sucesso” e que é a “medida de resposta aos EUA e nossos inimigos que nos sancionaram, negando nosso status de orgulhosa potência nuclear e criticando nossas ações baseadas no direito à autodefesa.” (Idem).

Acrescentou, ainda, que “Vamos continuar reforçando as nossas capacidades para impulsionar a nossa força nuclear.” (Idem).

Já anteriormente, “No teste nuclear de janeiro, o país assegurou ter usado uma bomba de hidrogênio.” (Idem).

Segundo Lênin, vivemos na época dos monopólios, na época do acirramento da concorrência, na época da decadência imperialista, da fusão do capital industrial com o bancário, formando o capital financeiro, época de reação em toda linha, de guerra e revoluções. Hoje temos a ONU (Organização das Nações Unidas), que, ainda conforme disse Lênin de sua antecessora, a Sociedade da Nações, não passa de um covil de bandidos. Temos a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), máquina de destruição poderosíssima, que ataca aos povos do mundo inteiro, despejando milhões de bombas, como no Norte da África, Líbia, Mali, no Oriente Médio, Síria, na Europa, Ucrânia, e na América Latina, Colômbia, etc., bem como promovendo golpes de estado, como na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Venezuela, etc.  

O Estado operário norte-coreano, em razão da inviabilidade da política da “teoria do socialismo num só país”, precisa de reorientar a sua política no sentido do internacionalismo proletário, da construção da Internacional operária e comunista,  da revolução internacional, no sentido da revolução permanente, sendo que, para tanto, há necessidade de uma revolução política, conduzida por um partido operário marxista revolucionário. 

Todavia, neste momento em que a Coreia do Norte entra em atrito com o imperialismo, a Tendência Marxista-Leninista defende incondicionalmente o Estado operário, colocando-se ao seu lado contra o enclave sul-coreano, assim como contra a OTAN e o imperialismo norte-americano e europeu (esse é o verdadeiro Eixo do mal!), por entender que o proletariado norte-coreano possui o legítimo direito de autodefesa, da mesma forma que o proletariado cubano.

A TML defende também o direito do Irã desenvolver o seu programa atômico, tendo em vista principalmente os ataques do enclave sionista e terrorista de Israel, que vem assassinando os professores e cientistas iranianos covardemente, fazendo os carros que estes últimos são conduzidos serem explodidos à bomba.  

No Brasil, a TML defende o desenvolvimento do programa nuclear brasileiro e denuncia os ataques do imperialismo norte-americano contra o mesmo, por meio da farsa da “Operação Lava-Jato”, impulsionada pelo Juiz Sérgio Moro, suposto agente da CIA, que prendeu o vice-almirante da reserva Othon Luiz Pinheiro da Silva, considerado o pai do programa nuclear brasileiro, presidente licenciado da Eletronuclear, empresa que trabalha na construção de Angra 3.

Assim, a Tendência Marxista-Leninista defende incondicionalmente o Estado operário da Coreia do Norte, entendendo legítimo o seu direito à autodefesa contra os países imperialistas como os Estados Unidos, a França, a Inglaterra, a Alemanha, o Japão, a China, a Rússia, o enclave terrorista e sionista de Israel e o enclave sul-coreano, que constituem o verdadeiro Eixo do mal. 

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Jornalistas e radialistas da Cultura estão em greve

Os jornalistas e radialistas da TV e Rádio Cultura estão de greve desde a madrugada de ontem, quinta-feira, dia 8/9.

Os jornalistas estão há quase 3 anos com os salários congelados, isto é, desde dezembro de 2013, enquanto os radialistas desde maio de 2014.

Agora os jornalistas estão reivindicando 25,12% de reajuste para repor a inflação do período, enquanto os radialistas exigem o reajuste de 20,72%, referente à inflação acumulada.

O Justiça golpista, representada pelo Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região (TRT-2 SP), deferiu o requerimento da Rádio e TV Cultura para que os Sindicatos dos jornalistas e radialistas mantenham 60% dos funcionários trabalhando, por considerar o serviço essencial, o que na prática inviabiliza o direito de greve. Tal decisão demonstra o caráter golpista e ultra-reacionário do Poder Judiciário. Os Sindicatos dos jornalistas e dos radialistas estão tomando todas as medidas contra essa decisão, inclusive interpuseram recurso judicial contra a mesma.

O Poder Judiciário, o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal (a polícia política do golpe), essas instituições burguesas, são ocupadas por usurpadores, ou seja, por indivíduos que não foram eleitos pelo povo, não se submeteram ao sufrágio universal, isto é, ao voto, que estão a serviço da burguesia e do imperialismo de maneira permanente, como “instituição”.

As Rádio e TV Cultura são estatais, dirigidas pelo governo do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tucano golpista de Geraldo Alckmin, acostumado a reprimir e a bater covardemente em professores e na população paulistana e paulista, com sua Polícia Militar do Estado de São Paulo, treinada e armada até os dentes pelo Estado sionista e terrorista de Israel. O golpista Alckmin é defensor do Estado mínimo, baseado apenas na repressão e construção de presídios, visando o desmantelamento do serviço público, com fechamento de escolas e hospitais.

Assim, é fundamental a unificação das lutas, como a dos jornalistas e radialistas, assim como dos bancários, que também encontram-se me greve, e das manifestações que estão crescendo pelo País, com a classe operária e o conjunto de trabalhadores das cidades e os camponeses pobres e operários agrícolas, sob a bandeira Fora Temer, para preparar e deflagrar a Greve Geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha, no sentido do cumprimento das tarefas democráticas de expulsão do imperialismo e da revolução e reforma agrária, com a expropriação das empresas, das fábricas, bancos, universidades, escolas, expropriação do campo, dos latifúndios, das empresas agrícolas, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e a economia planificada, na perspectiva de construção de uma Internacional Operária e Revolucionária, rumo à revolução proletária internacional e ao Socialismo.

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